Lufthansa business class GIG – FRA no B747-400

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Minha viagem de Carnaval começou com dois voos com a Lufthansa, ambos em business class: do Rio para Frankfurt no B747-400 e de Frankfurt para Zurich no A320. Eu emiti essas passagens em abril do ano passado, antes da mudança de sistema da LATAM. Assim, consegui ida e volta da Europa em executiva na Lufthansa e Turkish por 200.000 pontos ida e volta.

Como já descrevi essa aeronave recentemente (clique aqui para ler), não vou repetir os detalhes do assento e da cabine.

Vou focar no serviço de bordo, apenas com duas observações sobre o assento. Dessa vez, eu fiquei no único assento individual da cabine executiva (4D), que tem uma diferença dos demais: os compartimentos onde ficam a água e o amenity kit ficam na coluna inferior da parte da frente do assento:

Dá para ver que esta aeroave já está mostrando sinais da idade …

Ainda em solo, os comissários passaram com drinks: espumante, água ou suco de laranja. Fiquei na água mesmo …

O serviço de bordo demorou bastante para começar em virtude da zona de tempestade que passamos naquele dia (para ler o post sobre o raio, clique aqui). Comecei com um vinho tinto para acompanhar as nuts, que eu geralmente não como. Mas como eu estava morrendo de fome por conta da demora mais do que justificada, dei conta do pratinho rapidamente …

O menu do voo era o seguinte:

Eu escolhi a salada de frango de entrada e não me arrependi: estava bem saborosa: a carna estava suculenta e o contraste de doce e salgado do molho estava no ponto.

Como prato principal, escolhi o filet.

A salda estava fresca e bem temperada.

A carne tinha passado do ponto para o meu gosto, mas o sabor estava bom. Os legumes e o purê estavam satisfatórios.

Depois do jantar eu dormi direto até o café da manhã. Nesse voo, eu dei uma de magra: dispensei os pratos principais e fiquei só nos frios e frutas; nem pão eu pedi – e foi mais do que suficiente para a minha fome!

O voo foi correto – nada de espetacular, mas o que se espera como standard de serviço em uma executiva. Como eu sempre digo: não adianta esperar a qualidade de uma Qatar, Emirates, JAL ou EVA. Asiáticas são asiáticas e ficam em outro patamar.

A Lufthansa, como europeia, está bem colocada com suas concorrentes diretas e vale a pena voar com a companhia alemã. O único senão é a configuração da cabine que exige uma certa ginástica dos passageiros que estão nos assentos da janela.