ANA e Amaszonas são as novas parceiras da Smiles para emissão de passagens com milhas

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ANA e Amaszonas são as novas parceiras da Smiles para emissão de passagens com milhas

Depois de fechar um acordo com a British Airways, agora é a vez da ANA (All Nippon Airways) e Amaszonas entrarem para a lista de parceiros da Smiles. Confira abaixo os detalhes de cada uma das parcerias.

“Estamos finalizando o ano de 2020 anunciando duas novas parcerias importantes. Nosso objetivo é que os mais de 17,9 milhões de clientes da plataforma tenham ainda mais opções de destinos em 2021 e encontrem na Smiles a melhor disponibilidade para viajar com segurança e com parceiros de excelência”, afirma Ravel Lage, Gerente Executivo de Negócios Aéreos, Produtos e Customer Service.

Smiles e ANA

A All Nippon Airways é a maior companhia aérea do Japão, bem como uma das mais importantes da Ásia. A ANA foi reconhecida pela Air Transport World como “Airline of the Year” três vezes nos últimos 10 anos e foi premiada com a respeitada classificação 5 estrelas todos os anos desde 2013 pela SKYTRAX. Apesar de não operarem no país, seus voos são vendidos com o codeshare da Lufthansa via Europa e da United via Estados Unidos.

Os clientes que saírem do Brasil via Guarulhos (SP) com destino ao Japão (aeroportos de Narita ou Haneda), com a All Nippon Airways, poderão fazer conexão em Frankfurt, Houston e Nova Iorque. Já os clientes que saírem do Brasil via Galeão (RJ) poderão conectar em Houston. De lá, seguirão para Tóquio, podendo também viajar para as cidades de Nagóia, Osaka, Okinawa, Saporo entre outras.

Smiles e Amaszonas

Já a Amaszonas é a companhia aérea mais antiga da Bolívia com 20 anos de serviço. A companhia opera em 12 rotas nacionais e 8 internacionais, com destaque para os destinos de Santa Cruz de la Sierra, Cochabamba, La Paz, Sucre, Uyuni e Iquique.

Algumas Palavras

Por um lado, é bom ver o leque de opções aumentando para os clientes brasileiros. Por outro, e assim como no caso da British Airways, acredito que emissões com as novas parceiras dificilmente serão viáveis dada a quantidade de milhas necessárias para se fazer as emissões.

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