Voando em econômica: prazer ou sofrimento?

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Garuda Indonesia Economy A332 DPS - CGK Fev 2017

Outro dia estava ponderando sobre a possibilidade de emitir um bilhete em econômica para a Europa ou EUA. No que eu puder evitar, eu evitarei. Mas a questão é: eu voaria em econômica para voos em longa distância se fosse a única maneira de viajar em determinada ocasião?

No momento, não. Imaginar ir daqui para Miami – 8 horas – sentada sem poder esticar as pernas me parece um sofrimento. Esse é, para mim, o x da questão: esticar as pernas. É mais importante do que a qualidade da comida ou da bebida. Então, para mim, não há prazer em voar assim.

Até umas 4 horas de voo, para mim, não há problema em viajar na classe econômica. Como é relativamente pouco tempo, dá para aguentar sem grande desgaste.

Agora, isso não quer dizer que não haja margem para negociação. Se houver um bug de econômica para os EUA ou Europa por R$ 300,00 ida e volta com taxas podendo ficar pelo menos umas 3 noites, aí eu compraria, com certeza.

Nesse caso, como o custo da passagem é baixíssimo, isso compensa todo o desconforto. Esse sentimento de que a passagem foi quase que de graça tornaria o voo um prazer.

Mas essa possibilidade – aproveitar um bug em econômica – só se aplica a voos para os EUA, Europa e África. Enfrentar econômica para a Ásia – 4 voos totais, cada um com cerca de 12 horas – aí não há bug que me faça comprar.

Já fui diversas vezes para a Ásia em econômica e estou convicta que já cumpri minha cota. Acho que a única exceção seria um combo de graça: passagem e boa hospedagem.

E vocês? Viajam em econômica numa boa? Quais as restrições?